sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Aqui estou novamente!
Ando relaxada demais... Não tenho feito praticamente nada do que realmente gosto. Chego cansada em casa e, mesmo quando tenho um tempinho pra mim, não sei o que acontece que acabo paralisando no tempo, não aproveitando umas das coisas que mais prezo, meu tempo comigo mesma.

Nada de mais está acontecendo, nenhuma novidade. Tenho passado os dias tentando ou esperando tomar ou ter tomado a decisão certa, fazer tudo dar certo, para que eu não me arrependa no futuro, para não perder tempo, para que... Não sei mais para quê. Talvez eu tenha medo de errar, eu não quero ser alguém frustrada, mas acredito que não se aprende muito sem os erros e os tropeços da vida. Ao mesmo tempo me sinto estagnada e não fazendo nada de importante, nada do que eu acho que deveria fazer.
Sinto-me tão nova e tão cheia de responsabilidades... Não que isso seja ruim, pois não é, mas é que estou crescendo e me tornando adulta e isso dá um medo... De um lado eu sei o que quero, mas do outro, tenho  dúvidas sobre se o que eu quero é realmente a minha vontade. Dá pra entender?! Estou cheias de dúvidas, sou um pouco contraditória, eu acho.

É ano de vestibular! Fiz inscrição em todos os vestibulares das universidades mais reconhecidas de São Paulo e me sinto na obrigação de passar em pelo menos um, mas com medo de não conseguir. Estou tão perto e tão longe de conseguir o que quero que tenho até medo da conquista, pois não sei o que vem depois, mas, com muito mais medo ainda de não conseguir. É muita pressão psicológica, por minha parte mesmo. Finjo estar tudo bem, e totalmente calma, mas não estou.
Ah...  Está tudo confuso... Acho que não estou conseguindo transmitir o que penso.
Vastas loucuras nesta cabeça oca de garota lunática.
Fico por aqui...
Beijos.

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Nossa! Quanto tempo que não paro para organizar minhas idéias!... "Jogar meu introspectivo" para fora ...
Nada de mais aconteceu, nada de mais acontecendo.

Eu sempre tento me desafiar e fazer o que normalmente não faço ou tenho medo de fazer, como por exemplo: falar em público. Sou meio tímida, nunca gostei muito de falar em público, por isso de uns tempos para cá, tenho me desafiado à isso, enfrentando esse meu ''medo'', tentando acabar com ele e, tenho me surpreendido! Descobri que sempre que leio demais, pesquiso bastante sobre o assunto que terei que apresentar num seminário, eu me saio muito bem. Dá aquele friozinho na barriga no início, mas depois de uns dois minutos, eu consigo falar tudo sem muito nervosismo.

Tive apresentação do pré-tcc na etec semana passada. Três professores e mais umas vinte pessoas me olhando... Ah, quase morri! Confesso que não me preparei muito, não li o bastante, mas não foi de todo mal. No final do ano, me apresentarei melhor, dominando o assunto: "Logística reversa utilizando o lixo eletrônico como ferramenta para o descarte adequado. =D
Por mais que logística não seja a profissão que eu vou seguir, ter me desafiado à ir todas as tardes desde julho do ano passado para aquela escola técnica, tem feito-me bem. Quantas vezes pensei em desistir, pensando que era perda de tempo fazer uma coisa que eu não utilizarei no futuro -ignorância minha-!... Todo conhecimento é válido, tudo vale apena quando a alma não é pequena, disse o grandissíssimo Pessoa, e eu acredito nisso. Continuei, e por mais cansada que fique, chegando em casa tarde, dormindo pouco, eu não me arrependerei depois pensando em como seria se eu não tivesse saído.

Por isso, desafie-se em todos os momentos de sua vida. Quando pensar em desistir, pense mais um pouquinho, até ter certeza do que realmente quer. Não deixe o "e se" perseguir o seu futuro.
Desafie-se!
É o que estou fazendo...
Beijos.

terça-feira, 17 de maio de 2011

Tiê - Se enamora

Uma música meio antiga, mas que eu acho linda, não canso de escutá-la. É tão fofa, e a voz da Tiê a deixou  ainda mais bonita.

Acordei não querendo levantar. Ensaiei pra sair da cama, deixar o cobertor nesse frio é torturante.

Peguei o trem às 06:42 com um funkeiro do meu lado sem os fones de ouvido. Típico deles. No pouco espaço que tinha ele ainda conseguia trocar de "música", piorando cada vez o nível e me deixando mais irritada. É, essa vida em sociedade... Cheguei a pensar em pedir para ele abaixar o volume ou desligar o celular, já que aquele ambiente proíbe o uso de aparelhos sonoros, mas não fiz isso. Nesse mundo em que vivemos, com tanta gente ignorante, agressiva, dá até medo de falar alguma coisa e...

Na aula de história hoje, levantaram a questão do sul e sudeste formar um país, já que praticamente "sustentam" todos os outros estados/cidades do Brasil. Não concordo com isso. Se muitos estados são pobres, não conseguem se desenvolver como os outros, é um problema gerado pela péssima administração do governo, o descaso para com a população que vive na miséria, com fome, sem estudo, muitos sem a menor expectativa de vida. Abandonados, esquecidos por todos aqueles que foram eleitos prometendo um futuro melhor, mas só se preocupam em comprar carros, apartamentos de luxo, aumentar os próprios salários. Cumprir com a palavra?! Ah, isso é muito difícil! 
Levantar uma hipótese dessa é loucura, porque mais da metade dos trabalhadores de São Paulo são nordestinos, os que praticamente construíram essa cidade, que tiveram que sair de sua terra natal e ainda saem para conseguir sobreviver. Pensar nisso, além de ignorância é egoísmo. 
Por que não cobrar mais do governo? Exigir melhorias no país e não só em algumas regiões, fazer passeatas, reivindicações. 
A nação brasileira está muito acomodada. Tantos por aí fazem guerra por pouca coisa, mas, lutar pelo bem geral, por algo que realmente merece atenção, puff! Esquece, nem pensar!...
Quero pensar/acreditar que um dia esse comodismo irá acabar, que as pessoas serão mais unidas, que se preocuparão com o próximo, em fazer desse Brasil, um país em que sonhos viram realidade. Um país sem gente passando fome, sem analfabetos, sem violência, todos com emprego, moradia, vivendo bem.
Ah, pode ser um pensamento meio ilusório, talvez as pessoas não evoluam a esse ponto, mas mesmo assim eu ainda acredito que um dia isso possa acontecer, porque eu com certeza farei a minha parte.

Pronto, desabafei um pouquinho.
Minhas mãos estão congelando, estou meio resfriada e o sono daqui a pouco vem.
Fico por aqui, um beijo a todos.


sexta-feira, 13 de maio de 2011

Quando acreditava que tudo tinha passado, que eu não voltaria a sentir aquele amargo na boca, aquele aperto no peito, eis que volta tudo outra vez.
Eu sei o nome disso: mente vazia, nada mais além disso.
Não é paixão, muito menos amor. Só não sei o porque disso novamente, dessa pequena saudade vazia ou o vazio, pensando que é saudade, atormentando meus pensamentos.




terça-feira, 3 de maio de 2011

Estou cansada desse mundo, com tantas pessoas falsas, que agem só por interesse, tantas pessoas arrogantes, hipócritas, dissimuladas. Cansada da falta de gentileza, de educação, de humanismo.
Cansada de sentir falta de alguém que eu nem sei se existe, porque, talvez, ele tenha sido só uma idealização da minha mente. Cansada de me sentir tão cansada.
Queria mudar tudo isso, e esse sentimento de  impotência, é o que mais me cansa.

Pouca imaginação agora. As palavras fogem da minha cabeça e os assuntos também, então, paro por aqui.
Beijos.

Meus amigos

Meus amigos são todos assim: metade loucura, outra metade santidade.
Escolho os meus amigos não pela pele nem outro arquétipo qualquer, mas pela pupila.
Tem que ter brilho questionador e tonalidade inquietante.
A mim não interessam os bons de espírito ou os maus de hábitos.
Fico com aqueles que fazem de mim louco e santo.
Deles não quero resposta, quero o meu avesso.

Que me tragam dúvidas e angústias e agüentem o que há de pior em mim.
Para isso, só sendo louco!
Escolho meus amigos pela cara lavada e pela alma exposta.
Não quero só o ombro ou colo, quero também sua maior alegria.
Amigo que não ri junto não sabe sofrer junto.
Meus amigos são todos assim: metade bobeira, metade seriedade.
Não quero risos previsíveis nem choros piedosos.
Quero amigos sérios, daqueles que fazem da realidade sua fonte de aprendizagem,
mas lutam para que a fantasia não desapareça.
Não quero amigos adultos, nem chatos.
Quero-os metade infância e a outra metade velhice.
Crianças, para que não esqueçam o valor do vento no rosto.
E velhos, para que nunca tenham pressa.
Tenho amigos para saber quem eu sou.
Pois os vendo loucos e santos, bobos e sérios, crianças e velhos,
Nunca me esquecerei de que “normalidade” é uma ilusão estéril.



Escutei esse poema ontem e me apaixonei! É tudo o que eu quero também...